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As 8 armas mais imbecis já criadas em Guerra!

domingo, 5 de abril de 2015

1. Carro blindado, só que não

Com o intuito de projetar máquinas voadoras de combate durante a Primeira Guerra Mundial, a Força Aérea recém-emergente quase colocou em prática um projeto bastante bizarro de um suposto carro blindado, apelidado de “vagão vento”.
Projetado com uma hélice e um motor semelhante ao de um avião da época, a invenção iria facilitar a locomoção de soldados, bombas e armas em terrenos arenosos, em que outros veículos não tinham alcance. Além da blindagem fajuta, o “vagão vento” trazia uma metralhadora fixa em sua parte frontal.
Porém, totalmente ao contrário de agir como uma máquina eficiente em territórios hostis, a invenção era muito fácil de ser acertada por um alvo inimigo, sendo indefeso em todas as vezes que o inimigo não estivesse diretamente na frente dele.

2. Gun Volley Vandenburgh

Famosa por conter vários canos, o que possibilitaria um disparo múltiplo com apenas um disparo no gatilho, a Gun Volley foi uma invenção do general do lado da União (Norte), Orígenes Vandenburgh, durante a Guerra de Secessão.
Todavia, o que era para ser uma ideia genial na hora dos combates, acabou sendo um completo desastre, devido aos problemas e travamentos da arma. Resultado: a invenção foi logo vendida para a Confederação (Sul), que, por incrível que pareça, realmente adquiriu o desenho do projeto.

3. O bizarro triebflügel

Durante os anos da Segunda Guerra Mundial, a Alemanha sofria muitos ataques aéreos em diversos lugares cruciais, principalmente nos aeródromos, limitando a capacidade do país de colocar os seus aviões no ar.
Como uma tentativa de contornar a situação, o inusitado triebflügel foi criado. O avião tinha suas hélices alimentadas por foguetes, podendo decolar verticalmente e voar a uma velocidade incrível — muita potência.
Contudo, durante a apresentação do invento, um piloto identificou algo estranho: “Como se pousa um avião com toda essa potência?”. Pois é, o triebflügel teria que retornar ao solo terrestre como um foguete gigante, com a necessidade de estacioná-lo em uma vaga de estacionamento minúscula. Além disso, toda a visão do piloto iria ficar encoberta devido as hélices giratórias que o avião apresentava. É óbvio que o projeto foi descartado pelos “amiguinhos pacíficos” de Hitler.

4. Mark 14, o torpedo “brochante”

Esse tipo de arma gerou polêmicas na Segunda Guerra Mundial, apresentando péssimo funcionamento na hora de utilizá-lo em territórios variados. Para você ter ideia, sete em cada dez torpedos disparados falhavam, mas o seu fabricante teimava em dizer que não havia problema nenhum com a invenção.
O problema é que o Mark 14 foi projetado e testado no Atlântico Norte, mas foi utilizado no Pacífico Sul. Ou Seja, as influências magnéticas eram diferentes e simplesmente a maioria dos aparatos não disparavam.

5. Cão-bomba

Milhares de militares tinham o costume de usar animais como armas de combate, principalmente no quesito “bombas”. Por exemplo: na Rússia, muitos cães foram treinados para correr embaixo de tanques com bombas acopladas em seus corpos — lamentável.
Contudo, os animais foram adestrados com tanques parados e em cenários sem nenhum tipo de tiroteio, explosões ou algo do tipo. Resultado: em meio ao caos na hora da guerra, é claro que eles não saíam de seus lugares. Mesmo assim, foram poucos os cachorros que tentaram ir para baixo dos tanques inimigos com bombas, mas muitos deles eram baleados antes de a missão estar completa.

6. Panjandrum

Também criada da Segunda Guerra Mundial, essa arma era como uma espécie de roda de metal, projetada especialmente para rolar usando explosivos — praticamente uma roleta-russa de bombas.
É óbvio que a ideia não funcionou e logo foi usada com outro intuito: fazer com que a Alemanha achasse que os Aliados estavam pousando em algum lugar, dispersando a atenção das tropas de Hitler.

7. O lado nuclear da força

Projetada para ser usada por três pessoas, a bomba Davy Crockett foi elaborada para ser transportada em campo junto com os soldados, em que eles poderiam armar os lançadores e disparar em direção à algum alvo desejado. O alcance da invenção bélica era de um raio de até 500 metros.
Contudo, os combatentes não esperavam que, ao lançar a bomba através do aparato, os lançadores não seriam capazes de manter uma distância segura entre a posição inicial de lançamento e o local onde as ogivas caiam. Ou seja, os caras acabavam se matando por causa disso.

8. A fábula do Pavão Azul

Essa história é bem hilária: Pavão Azul foi uma bomba nuclear de dez quilotons concebida para ser espalhada por baixo de todo o território alemão, caso a Rússia algum dia invadisse o território do país — ideia “genial” do mister bigode, Adolf Hitler. Sendo assim, os alemães se retirariam do território nacional e definiriam o temporizador para a explosão.
Porém, a ideia foi mais além, incluindo comida e abrigo para galinhas — sim, é verdade! Mas, como? Simples, as mães dos pintinhos seriam enterradas junto com as bombas em locais planejados, com o objetivo de manter o sistema eletrônico de disparo quente o suficiente para trabalhar durante todo o inverno europeu. Detalhe: as galinhas teriam que ficar presas para não bicar as bombas.
Para sua curiosidade, saiba que essa notícia foi vinculada aos principais meios de comunicação na época justamente no dia 1º de abril. A matéria foi vista como pegadinha do Dia da Mentira, mas era verdade.

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