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Misteriosas Criaturas Marinhas! 2#

quarta-feira, 4 de junho de 2014

Baleia de Giglioli



 A Baleia de Giglioli é realmente uma espécie quase rara no planeta e por apresentar uma morfologia diferenciada das demais espécies de baleia se torna ainda mais desconhecida, já que apresenta duas ou mais barbatanas dorsais.

 A nomenclatura para esse tipo de baleia é também comum em demais animais, a criptozoologia que classifica animais pouco vistos ou mesmo incomuns.

 Além da baleia Giglioli nesse tipo apresentam-se também outros animais que foram pouco vistos ou são considerados com o biótipo diferenciado morfologicamente dos demais de sua espécie.

 Esse assunto de animais incomuns faz muito polemica entre os blogs e sites de biólogos que tentam estudar essa diferenciação. No caso da baleia, poucos foram as pessoas que já viram uma dessa espécie, e os biólogos e cientistas nem ao menos possui fosseis e demais componentes de seu tipo, quase tudo nulo.

 Talvez o que incomode mais muita gente por aí é o fato de que a estrutura dessa Baleia vem contrariar alguns pontos de TE e isso é praticamente inadmissível pela Ciência.



Gambo

 Gambo é um apelido dado por criptozoologistas a um animal marinho não identificado cuja carcaça supostamente apareceu nas costas de Gâmbia em 1983. Foi descrito como de pescoço curto, bico e nadadeiras, com cerca de 4,5 metros de comprimento. A cabeça tinha 1,4 metro de comprimento, com bico de 75 cm. Acredita-se que a carcaça pertencia a um filhote. Imagine o tamanho do bichano.



Kraken

 O Kraken era uma espécie de lula ou polvo gigante que ameaçava os navios no folclore nórdico. Este cefalópode tinha o tamanho de uma ilha e cem braços, acreditava-se que habitava as águas profundas do Mar da Noruega, que separa a Islândia das terras Escandinavas, mas poderia migrar por todo o Atlântico Norte. O Kraken tinha fama de destruir navios, mas só destruía aqueles que poluíam o mar e navios de piratas.

O Kraken também pode ser visto na mitologia grega como um polvo gigante com membros humanoides com uma armadura impenetravél e que habitava uma caverna submersa. As histórias de Krakens tinham fundamento, tal como muitas outras histórias de seres fantásticos, numa má observação da fauna, no caso dos Kraken provavelmente em ataques de lulas gigantes ou lulas colossais. Um bom exemplo dessa teoria são as sereias, cujos responsáveis são os registos visuais de dugongos e focas de longe, em nevoeiros.

 O Kraken era uma criatura tão temida pelos marinheiros quanto as ferozes Serpentes Marinhas. Os navegadores do Antigo Mundo tinham inclusive cartas de navegação que diziam pontos de possíveis ataques e crendices, como dias do mês e fases da lua que não poderiam navegar porque o mar era do Kraken.



Mokele-mbembe

 A estranha saga do mokele-mbembe (que significa “aquele que interrompe o fluxo dos rios” em lingala) começa em 1776, com uma descrição detalhada da viagem de padres franceses ao centro-oeste da África. Falam de um animal “que não foi avistado, mas que deve ser monstruoso, pois deixa marcas das patas no solo com 90 cm de circunferência “. Em 1913, o governo alemão enviou o capitão Freiherr Von Stein para estudar Camarões. Em seu relatório, jamais publicado, existem relatos de experientes guias de caça do Congo (fronteira), sobre um animal do tamanho de um elefante, cor cinza-amarronzado, pele lisa, pescoço e cauda articulável compridos e musculosos e cabeça de serpente, alguns dizem que tem um chifre (ou um só dente). Vive nas grutas de barro da margem do rio e alimenta-se exclusivamente de vegetais. Aos poucos os naturalistas passam a definir o “monstro enorme, meio elefante, meio dragão” como um dinossauro, aparentemente próximo dos Saurópodes.

 Como a bacia do Congo permaneceu estável no plano geológico e climatológico, e os crocodilos, parentes próximos dos dinossauros, sobreviveram com poucas alterações, a continuação de uma pequena população de dinossauros num meio isolado, estável e adequado não é impossível, apesar de quaisquer provas da real existência da criatura ainda serem desconhecidas.




Megalodon
(Foto ilustrativa) 

 Megalodon (também denominado megalodonte ou tubarão-branco-gigante) foi uma espécie de tubarão gigante que provavelmente viveu entre 20 e 1,6 milhões de anos atrás no período Mioceno no Oceano Pacífico.

 Os dentes são em muitos aspectos similares aos do tubarão-branco atual (Carcharodon carcharias), mas com um tamanho que pode superar os 17,5 centímetros de comprimento, pelo que se pode considerar a existência de um estreito parentesco entre as espécies. No entanto, alguns investigadores opinam que as similitudes entre os dentes de ambos os animais são producto de um processo de evolução convergente. Por causa de seus grandes dentes que o nomearam Megalodonte que significa “dente enorme”.

O tamanho desta criatura era entre 20 e 35 metros, com um peso que podia chegar as 50 toneladas.

 Em 1995, foi feita proposta para mover a espécie para um novo género, Carcharocles. Esta questão ainda não está de todo resolvida. Muitos paleontólogos inclina-se para o nome de Carcharocles, enquanto que outros (sobretudo especialistas em biologia marinha) mantêm a conexão com o tubarão-branco e incluem ambos os animais no género Carcharodon. Os defensores de Carcharocles opinam que o ancestral mais provável do megalodonte foi a espécie Otodus obliquus, do Eoceno, enquanto o tubarão-branco descenderia da espécie Isurus hastalis.

 Existe a teoria de que os megalodontes adultos se alimentavam de baleias e que se extinguiram quando os mares polares se tornaram demasiado frios para a sobrevivência dos tubarões, permitindo que as baleias pudessem estar a salvo deles durante o verão.

 Os avistamentos do Megalodon se deram por volta dos anos 1970, no Havaí. O receio foi tanto que as autoridades locais montaram forças tarefas para caçar o animal. Não descobriram nada de anormal. Entretanto, surfista continuaram a sumir e os únicas pistas que deixavam para trás eram pedaços das pranchas.

 O pesquisador Marcelo Rodrigues de Carvalho, da Universidade de São Paulo, fala que a existência do bichano é improvavel:

Fonte: AhDuvido

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